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Colecionismo

Importante Samovar Russo em formato raro e incomun, de metal, prata, marfim e outros materiais. Manufatura atribuível a região de Tula. Circa 1890. De excepcional qualidade, conta com profusa decoração sobre toda a sua superfície, através de elementos decorativos do período transitório entre os estilos império - art nouveau. Elegante acabamento em marfim utilizado enquanto elemento de isolamento térmico. Presença de contrastes alusivos a mafatura, e número de controle. Dado a importância de riqueza em detalhes da peça e período de manufatura, é provável ter sido feito sob encomenda. Med. 48 x 32 x 38 cm de largura (alça a alça). Marcas de uso. pequenas faltas. A torneira se encontra soldada. Nota: Junto com o priánik (pãozinho de mel e gengibre) de Tula, o samovar é considerado uma das marcas da cidade, localizada 180 quilômetros a sul de Moscou, onde ganhou produção em massa a partir do final do século 18. Mas a primeira menção à máquina de aquecer a água foi encontrada por historiadores em documentos datados de 1740. Os primeiros samovares aqueciam a brasa, com um cano e queimador. Para ferver a água usavam-se neles qualquer material combustível: carvão, madeira, pinha. É verdade que, diferentemente da madeira, as pinhas queimam bem rápido, mas elas também acrescentam aroma à água. Equipamentos similares ainda são usados na atualidade. Os samovares se diferenciam não apenas pelo desenho das alças e torneiras, mas também pela forma. Os mais baratos e difundidos têm formato cilíndrico. Depois vêm as formas de cálice, esfera, vaso ou ovo. No início do século 19, o preço de um samovar dependia do peso e do material de que era feito. No início, eles eram feitos de cobre, mas logo paravam de funcionar depois de serem limpos. Por isto, os artesãos que os fabricavam passaram a utilizar o latão, liga de melchior e tombac. Desde o momento de sua invenção, o samovar encontrou um lugar duradouro na arte russa: ele foi e continua a ser o objeto mais atraente de todos os tempos, uma espécie de símbolo de bem-estar e conforto doméstico

Peça

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Tipo: Colecionismo

Importante Samovar Russo em formato raro e incomun, de metal, prata, marfim e outros materiais. Manufatura atribuível a região de Tula. Circa 1890. De excepcional qualidade, conta com profusa decoração sobre toda a sua superfície, através de elementos decorativos do período transitório entre os estilos império - art nouveau. Elegante acabamento em marfim utilizado enquanto elemento de isolamento térmico. Presença de contrastes alusivos a mafatura, e número de controle. Dado a importância de riqueza em detalhes da peça e período de manufatura, é provável ter sido feito sob encomenda. Med. 48 x 32 x 38 cm de largura (alça a alça). Marcas de uso. pequenas faltas. A torneira se encontra soldada. Nota: Junto com o priánik (pãozinho de mel e gengibre) de Tula, o samovar é considerado uma das marcas da cidade, localizada 180 quilômetros a sul de Moscou, onde ganhou produção em massa a partir do final do século 18. Mas a primeira menção à máquina de aquecer a água foi encontrada por historiadores em documentos datados de 1740. Os primeiros samovares aqueciam a brasa, com um cano e queimador. Para ferver a água usavam-se neles qualquer material combustível: carvão, madeira, pinha. É verdade que, diferentemente da madeira, as pinhas queimam bem rápido, mas elas também acrescentam aroma à água. Equipamentos similares ainda são usados na atualidade. Os samovares se diferenciam não apenas pelo desenho das alças e torneiras, mas também pela forma. Os mais baratos e difundidos têm formato cilíndrico. Depois vêm as formas de cálice, esfera, vaso ou ovo. No início do século 19, o preço de um samovar dependia do peso e do material de que era feito. No início, eles eram feitos de cobre, mas logo paravam de funcionar depois de serem limpos. Por isto, os artesãos que os fabricavam passaram a utilizar o latão, liga de melchior e tombac. Desde o momento de sua invenção, o samovar encontrou um lugar duradouro na arte russa: ele foi e continua a ser o objeto mais atraente de todos os tempos, uma espécie de símbolo de bem-estar e conforto doméstico

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