Peças para o próximo leilão

307 Itens encontrados

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  • OCA - Par de poltronas de madeira nobre ebanizada, assento e encosto estofado com o tecido original. Déc 50/60. Marcas de uso. Uma precisa de restauro no encosto. No estado. med 77 x 63 x 54 cm (Obra). Presença de selo da Oca. Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ. Nota: Este lote não poderá ser enviado pelos correios.
  • Raro Bule de Porcelana Chinesa, Cia das índias, revestida por esmalte dito "powder blue", decorado com elementos  dourados em reserva, retratando cenas do campo oriental com vegetação e pagodes . Dinastia Qing (1644-1911). Marcas de uso. Desgaste dos elementos decorativos dourados. No estado. Med.12  x 14  x 24 cm (do bico ao final da Alça). Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.
  • Jean-Maurice DUVAL (França /1871-?), " Cupido". Óleo sobre tela colado sobre madeira. Assinado. Med 141 x 117 cm. Presença de sujicidade e pequenas faltas. No estado.Coleção Particular Brasília - DF. Nota : Este lote não poderá ser enviado pelos correios.
  • Rara escrivaninha/ contador  de Viajem, com alçada, dita de  "Charão".  Gavetas e escaninhos para a guarda de materiais diversos.  Móvel europeu revestido de laca preta decorado com profusa decoração "chinoiserie dourada. Pés na forma de pata de bicho. Inglaterra. Séc XIX.  Anglo-Sino. Med  166 x 64 x 64 cm de altura.  Presença de craquelets e perdas na pintura. necessita de pequenos reparos. No estado. Coleção Particular Brasília - DF. Nota: Este lote não poderá ser despachado pelos correios.
  • Escola Italiana, Sem assinatura aparente, "Set" composto por quatro preciosas e muito antigas pinturas ovais, óleo sobre tela coladas sobre eucatex. Atribuíveis a escola Italiana do Séc  XVIII. Representando cenas mitológicas com paisagem ao fundo. obras de alta qualidade pictórica. Molduras ovais de época revestidas por ouro brunido. Marcas do tempo. sujicidade sobre a camada pictórica. No estado. Med.30  x 39 cm (a obra); 39 x 48 cm (a moldura).
  • Cia das Índias - Excepcional sopeira em porcelana Cia das Índias, Família Rosa, pegas em forma de cabeças de javali e flor de romã. Med 18  x 33 x 20 cm de largura. China - século XVIII. Marcas do tempo.Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.
  • Rara e antiga lamparina de bronze com base de mármore, Europa- Séc XIX. Peça de rara beleza, Sua pega na forma de dragão anuncia seus diversos elementos decorativos ditos "profanos", que surgem em toda a sua extensão como cabeças de faunos bacantes e águia pisando em serpente, caracterizando o período de Napoleônico. Med.    x     x   cm . Marcas de uso. Desgastes naturais do tempo. No estado. Coleção Particular Rio de Janeiro/Rj.
  • Raro Açucareiro com tampa de Porcelana Chinesa, Cia das índias, revestida por esmalte dito "powder blue", decorado com elementos  dourados em reserva, retratando cenas do campo oriental com vegetação e pagodes . Dinastia Qing (1644-1911). Marcas de uso. Desgaste dos elementos decorativos dourados. No estado. Med. 17 x 18,5 cm (alça com alça). Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.
  • Elegante par de poltronas estilo e época Louis XVI, de madeira nobre finamente entalhada, revestida de ouro brunido, com assento e encosto estofado. França. Séc XIX. Med 85 cm de altura x 53 cm de profundidade x 53 cm de largura. Desgastes na douração. Marcas do Tempo. No estado. Coleção Particular Rio de Janeiro - RJ.Nota: Este lote não poderá ser enviado pelos correios.
  • Henry Maidment (Inglaterra , 1889-1914), "Cena Rural", Óleo sobre tela, Assinado. Med. 40 x 60 cm ( a obra);   85 x 66 cm (moldura). Presença de craquelet e sujicidade sobre a camada pictórica. Pequena "mossa" na tela. Moldura com perdas. No estado.Nota Sobre Atribuição : Todas as obras internacionais serão descritas enquanto atribuídas. Nota : Atenção as novas regras dos correios.
  • Décio Rodrigues Villares (Rio de Janeiro RJ 1851 - idem 1931), "Júpiter em Descanso". Óleo sobre tela, med  188 x 123 cm. Necessita de restauro no chassi. Marcas do tempo. No estado. Coleção Particular Brasília - DF. Nota: Esta lote não poderá ser enviado pelos correios.
  • CASTAGNETO - Giovanni Battista Felice Castagneto (Gênova, Itália 1851 - Rio de Janeiro, RJ, 1900), ""Marinha com Navios e Fragata". óleo sobre madeira, med 14,5 x 25 cm (obra); 34 x 45 cm (moldura). Assinado. Datado. Presença de sujicidade sobre a camada pictórica.Coleção Particular Rio de janeiro - RJ.
  • Domingo Ramos y Enríquez (1894-1956) , "Sem tíltulo",óleo sobre eucatex. Assinado e datado 1937. Med. 40 x 45 cm (a obra); 56 X 61 cm(a moldura). Também conhecido como Domingo Enriques Ramos. Marcas do Tempo. Sujicidade sobre a camada pictórica. No estado. Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.Domingo Ramos y Enríquez (1894-1956) òleo sobre tela, med aprox 38 x 46 cm Medida certa Também conhecido como Domingo Enriques Ramos
  • Paulo Gagarin(1885, São Petersburgo, Rússia - 1980, Rio de Janeiro, RJ) , "Horto Florestal",óleo sobre tela colado sobre madeira. Assinado e datado 18-11- 1931. Localizado Horto Florestal. Med.60 x 48 cm (a obra); 76 X 65 cm(a moldura). Marcas do Tempo. Sujicidade sobre a camada pictórica. No estado. Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.
  • Fukagawa - AizenArita , circa 1868, Raro Potiche com Tampa japonês, fartamente decorado em fino Glazed, reproduzindo ambiente com plantas e aves, sobre "chocolate" fosco e esfumaçados em ouro. Tampa do potiche com pega na forma de cão de fó. Base e tampa apresentam escrita e assinatura  em ideogramas. Japão - Séc XIX. Med. 62 cm de altura x  34 cm de diâmetro. Parte interna da tampa apresenta perda de substância na borda. Ex- coleção Djalma Fonseca Hermes.
  • Waldemar da Costa Guimarães (Belém PA 1904 - Curitiba PR 1982), "Sem título", Óleo sobre tela, Med. 99 x 79 cm (a obra); 102 x 82 cm (a moldura). Marcas do tempo. pequenas faltas.NOTA: Esta obra não poderá ser enviada pelos correios. NOTA BIOGRÁFICA: BiografiaWaldemar da Costa Guimarães (Belém PA 1904 - Curitiba PR 1982). Pintor, professor. Completa sua formação em Portugal, onde reside com a família a partir de 1910.  Entre 1920 e 1924, frequenta o Liceu Camões. Estuda desenho com Martinho da Fonseca e aquarela com João Alves, em 1923, e ingressa na Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa, para estudar desenho com Ernesto Condeixa e pintura com Carlos Reis, entre 1924 e 1928. Não conclui o curso em que se inscreve na Escola Superior de Belas Artes.  Muda-se para Paris, em 1928, frequenta diferentes ateliês e academias livres, e convive com Eduardo Viana, Giorgio de Chirico (1888 - 1978), Saviano de Chirico Pascin, Foujita, Gastão Worms (1905 - 1967), Candido Portinari (1903 - 1962), entre outros.  Volta ao Brasil em 1931, e reside no Rio de Janeiro até 1933. Nos três anos seguintes, afastado do meio artístico, vive em um sítio em Correias, Rio de Janeiro, e depois muda-se para São Paulo, em  1936, e monta seu ateliê numa sala do Teatro Municipal, cedida pelo Departamento de Cultura. Nessa época, inicia a atividade didática, e tem Clovis Graciano (1907 - 1998) como um de seus primeiros alunos. Com Rossi Osir (1890 - 1959) e Vittorio Gobbis (1894 - 1968), funda a Família Artística Paulista - FAP, em 1937, e passa a dirigi-la dois anos depois. Torna-se professor no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo - Laosp, em 1938, e dá aulas para Hermelindo Fiaminghi (1920 - 2004) e Lothar Charoux (1912 - 1987).  Nos anos 1950, afasta-se mais uma vez do meio artístico, e muda-se para um sítio em Pedra Bonita, interior do Estado de São Paulo. É contratado pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP, em 1954, para dar aulas de pintura. Retorna a Portugal em 1956, leciona em diversas instituições, entre as quais o Círculo de Belas Artes da Associação Acadêmica de Coimbra, entre 1960 e 1966. Em 1960, é contratado pelo setor cultural da Embaixada do Brasil. Dois anos depois, segue para a Itália como bolsista da Fundação Calouste Gulbenkian. Volta ao Brasil em 1963, reside em São Paulo, em Macaé,  Rio de Janeiro, de 1976 a 1980, e em Curitiba, de 1980 a 1982.Comentário CríticoO nome de Waldemar da Costa está ligado aos grupos artísticos atuantes nas décadas de 1930 e 1940 na cidade de São Paulo. Sua estreita relação com a Família Artística Paulista - FAP e com os salões do Sindicato dos Artistas Plásticos e a premiação em dois salões da Sociedade Pró-Arte Moderna - Spam são alguns traços evidentes de sua proeminência no cenário artístico do período, em função de sua obra e atuação. Seu perfil pode ser assim aproximado ao de outros artistas que, como ele, se beneficiam das conquistas estéticas do modernismo, mas que se valem também das contribuições da arte tradicional. Mas, a esses legados, Costa combina outros e, nesse sentido, desenha um percurso singular no interior da arte brasileira. Sua formação passa pelo aprendizado do ofício nas instituições portuguesas - de feitio mais clássico e conservador - e pela experiência em Paris, onde tem contato com as mais diferentes expressões das vanguardas. Os críticos chamam a atenção para o modo como ele se apropria de tendências díspares: a pintura "mental" de Paul Cézanne (1839 - 1906), as composições com base em cores simples de Othon Friesz (1879 - 1949), as áreas de cores justapostas utilizadas por Pierre Delaunay (1885 - 1941) e a abstração lírica de Wassily Kandinsky (1866 - 1944).Menos do que uma indecisão entre perspectivas diversas, a obra de Costa permite aferir os rendimentos de uma formação híbrida, realizada em diversos centros. A figuração é sua opção preferencial até os anos 1950, quando ensaia retratos, naturezas-mortas e paisagens. Nota-se o equilíbrio harmonioso de formas e cores, associado ao tratamento lírico dos temas. No fim da década de 1950, o compromisso com as construções geométricas se evidencia, ganhando destaque na década posterior. De qualquer modo, a figuração jamais é abandonada, voltando a ocupar lugar importante na obra da maturidade.
  • Aloísio Barbosa Magalhães (Recife, Pernambuco, 1927 - Pádua, Itália 1982), "Sem título", óleo sobre tela,.Assinado no verso da obra. Med. 80 x 99 cm(a obra); 83 x 102 cm (a moldura). Marcas do tempo. Pequenas faltas. NOTA: Esta obra não poderá ser enviada pelos correios.NOTA BIOGRÁFICA: BiografiaAloísio Barbosa Magalhães (Recife, Pernambuco, 1927 - Pádua, Itália 1982). Pintor, designer, gravador, cenógrafo, figurinista. Forma-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 1950. Nessa época, participa do Teatro do Estudante de Pernambuco (TEP), onde exerce as funções de cenógrafo e figurinista, além de ser responsável pelo teatro de bonecos. Com bolsa do governo francês, estuda museologia em Paris, entre 1951 e 1953, também frequenta o Atelier 17, um centro de divulgação de técnicas de gravura, onde é aluno do gravador Stanley William Hayter (1901-1988). Volta ao Brasil em 1953. Em 1956, com bolsa concedida pelo governo americano, viaja aos Estados Unidos, onde se dedica às artes gráficas e à programação visual. Publica, com Eugene Feldman, os livros Doorway to Portuguese e Doorway to Brasília, e leciona na Philadelphia Museum School of Art. Em 1960, volta ao Brasil e abre um escritório voltado à comunicação visual, campo no qual é um dos pioneiros no país, e realiza projetos para empresas e órgãos públicos. Em 1963, colabora na criação da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), onde leciona comunicação visual. Cria, em 1964, o símbolo do 4º Centenário do Rio de Janeiro, seu primeiro trabalho de grande repercussão pública e, no ano seguinte, desenha o símbolo para a Fundação Bienal de São Paulo. Desde 1966, desenvolve desenhos para notas e moedas brasileiras. Em 1979, é nomeado diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e, no ano seguinte, presidente da Fundação Nacional Pró-Memória, quando inicia campanha pela preservação do patrimônio histórico brasileiro. Em sua homenagem, a Galeria Metropolitana de Arte do Recife passa a denominar-se Galeria Metropolitana de Arte Aloísio Magalhães, em 1982. Em 1997, o nome da instituição é alterado para Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam).AnáliseNo fim da década de 1940, aluno do curso de direito no Recife, Aloísio Magalhães participa do Teatro do Estudante de Pernambuco - TEP, que propõe um teatro popular, com apresentações em praças públicas. Exerce a função de cenógrafo, figurinista e é responsável pelo teatro de bonecos. Recebe bolsa do governo francês para estudar museologia em Paris, onde permanece entre 1951 e 1953. Lá freqüenta também o Atelier 17, um laboratório experimental importante na divulgação de técnicas de gravura, e tem aulas com o gravador Stanley William Hayter (1901-1988).De volta ao Brasil, em 1953, dedica-se esporadicamente à pintura e faz pesquisas em artes gráficas. Participa da fundação do Gráfico Amador, oficina criada por um grupo de intelectuais interessados na arte do livro, realizando experimentações com técnicas de impressão. As edições têm cuidadosa forma gráfica e entre elas destaca-se Pregão Turístico do Recife, de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), com design e ilustrações de Aloísio Magalhães.Em 1960, após trabalhar por algum tempo nos Estados Unidos com programação visual e artes gráficas, muda-se para o Rio de Janeiro. Abre um escritório voltado à comunicação visual, campo no qual é pioneiro no país, e realiza projetos para empresas e órgãos públicos. Cria, entre outros, o símbolo da Fundação Bienal de São Paulo e o do 4º Centenário do Rio de Janeiro, seu primeiro trabalho de grande repercussão, e espontaneamente reproduzido pela população em vários pontos da cidade. Na criação dos símbolos, Magalhães parte, na maioria das vezes, de uma unidade que é refletida, explorando a tridimensionalidade e a rotação do volume no espaço. Trabalha com design e projeto editorial de livros de arte. Em 1963, colabora na criação da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), onde leciona comunicação visual. Realiza o projeto da cédula do cruzeiro novo, em 1966.Aloísio Magalhães é nomeado, em 1979, diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan),  e secretário da Cultura do Ministério da Educação e Cultura, em 1981. Na década de 1980, inicia campanha pela preservação do patrimônio histórico brasileiro. Apresenta propostas especialmente em relação a Ouro Preto e às ruínas de São Miguel das Missões.Expõe, em 1972, a série Cartemas - nome dado por Antonio Houaiss (1915-1999) -, que tem como base o cartão-postal, utilizado em colagens que exploram os princípios do múltiplo e do espelhamento. Nessa época, realiza uma série de desenhos de Olinda, com registros da paisagem e da arquitetura, de forma poética. Destaca-se pela versatilidade artística e principalmente pela relevante atuação em relação à política de bens culturais e preservação do patrimônio histórico.
  • Sérvulo Esmeraldo (Crato, Ceará, 1929 - Fortaleza, Ceará, 2017), "Sem título", Óleo sobre tela,Med. 40 x 49 cm (a obra); 44,5 x 54 cm(a moldura) . Assinado e datado de 1976. Acompanha certificado de autenticidade. Coleção Particular Rio de janeiro/RJNOTA BIOGRÁFICA:Sérvulo Esmeraldo (Crato, Ceará, 1929 - Fortaleza, Ceará, 2017). Escultor, gravador, ilustrador, pintor. No início de sua carreira artística, dedica-se à xilogravura. A partir de 1947, em Fortaleza, freqüenta a Sociedade Cearense de Artes Plásticas (SCAP) e mantém contato com Inimá de Paula (1918-1999), Antonio Bandeira (1922-1967) e Aldemir Martins (1922-2006). Nesse período tem aulas de pintura com Jean-Pierre Chabloz (1910-1984). Em 1951 trabalha na montagem da 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Após o encerramento da Bienal, passa a residir em São Paulo, exerce a função de gravador e ilustrador no Correio Paulistano e tem contato com Marcelo Grassmann (1925) e Lívio Abramo (1903-1992). Em 1956, funda o Museu de Gravura, na cidade de Crato, Ceará.Em 1957, realiza individual no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) e viaja para a Europa com bolsa do governo francês. Em Paris estuda litografia na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts Escola Nacional Superior de Belas Artes e tem acesso às obras raras da Bibliothèque Nationale de France, o que lhe permite estudar a gravura de Albrecht Dürer (1471-1528) por dois anos. Com orientação de Johnny Friedlaender (1912-1992), inicia seu trabalho de gravura em metal, publicado por editores europeus. Em meados dos anos 1960, integra o movimento da arte cinética, quando realiza as obras Excitáveis - quadros e objetos movidos pela eletricidade estática. Retorna ao Brasil em 1978, fixa-se em Fortaleza e dedica-se à arte pública. Idealiza na capital cearense a Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, da qual é curador em 1986 e 1991.AnáliseNa década de 1950, Sérvulo Esmeraldo desenvolve trabalhos figurativos e, segundo o crítico de arte Frederico Morais, ele "representa folhas e peixes de forma muito simplificada e sintética (...) Interessa-o a forma e não o tema"1. Desse modo, Esmeraldo encaminha-se paulatinamente para a abstração, realizando, em 1957, suas primeiras gravuras decididamente abstratas, as quais mantêm estreita relação com a produção de Lívio Abramo.No mesmo ano, muda-se para Paris, onde freqüenta aulas de gravura em metal com Johnny Friedlaender. No início faz trabalhos abstratos e líricos, quase informais. Suas gravuras, como os trabalhos de Friedlaender, são repletas de grafismos. Progressivamente, interessa-se pela produção construtiva e passa a lidar com formas mais regulares. Acompanha a produção dos artistas ligados à arte cinética, como Julio Le Parc (1928) e Jesús Rafael Soto (1923-2005). Na década de 1960, deixa de se dedicar exclusivamente à gravura e passa a experimentar outras linguagens. Em 1962, produz os primeiros trabalhos cinéticos, feitos com ímãs. Dois anos mais tarde, cria os Excitáveis, objetos cinéticos feitos de acrílico, que reagem ao toque do espectador e mudam de cor. No mesmo período, realiza as primeiras esculturas.Ao retornar para Fortaleza, em 1978, trabalha com chapas de aço laqueado, produzindo esculturas com planos dobrados e pintados. Em 1981, realiza uma série de peças brancas em que inscreve formas geométricas vazadas. Apesar de lidar com objetos planos, seu trabalho sugere volume.Em 1986, idealiza e organiza a 1ª Exposição de Escultura Efêmera de Fortaleza. Na mesma época, cria relevos discretos, a terceira dimensão é sugerida pela interação das faces, embora a obra seja quase plana. Esmeraldo conta, que no final dos anos de 1980, percebe que, muitas vezes, o volume de suas esculturas "é suporte para evidenciar as linhas"2. Na década de 1990, entre outros trabalhos, faz relevos em que sulca linhas rigorosas em superfícies bidimensionais de aço. Em 2001, radicaliza esse princípio. Trabalha com linhas regulares de aço, com as quais desenha formas geométricas tridimensionais no espaço.Notas1 MORAIS  Frederico. In: ESMERALDO, Sérvulo. Sérvulo Esmeraldo - Gravuras. Salvador: Oficinas do Centro de Artes plásticas Solar do Unhão, 1989. (folha dobrada).2 AMARAL, Aracy. Personalidade de Sérvulo Esmeraldo. In: ESMERALDO, Sérvulo. A linha como fator determinante. São Paulo: Múltipla de Arte, 2001.
  • Raro e antigo armário de uso litúrgico, de madeira nobre, Caixa de linhas retas com  duas portas e duas gavetas almofadadas. Uma das portas adornada por uma cruz. Internamente 9 espaços com tamanhos distintos. e, toda a extensão interna revestimento em tecido.  Móvel provido de rusticidade erudita, ao gosto do purismo do mobiliário brasileiro com origem nas oficinas Jesuítas.  Brasil. Séc. XVIII/XIX. med. 200 x 123 x 55 cm.Marcas de uso. No estado. Nota: Este item não poderá ser enviado pelos correios. Nota Importante: Os desenhos das almofadas internas das portas foram substituídos por tecido/veludo.
  • Excepcional e raríssimo oratório para nicho, em madeira nobre, ricamente entalhado tendo enquanto elementos decorativos figuras e rostos angelicais, elementos florais e conchas.Presença de duas pequenas gavetas na base. Séc. XVII/ XVIII. Med. 130 x 75 x 27 cm. Marcas do tempo. Pequenas faltas. Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.

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