Peças para o próximo leilão

282 Itens encontrados

Página:

  • Elegante par de poltronas estilo e época Louis XVI, de madeira nobre finamente entalhada, revestida de ouro brunido, com assento e encosto estofado. França. Séc XIX. Med 85 cm de altura x 53 cm de profundidade x 53 cm de largura. Desgastes na douração. Marcas do Tempo. No estado. Coleção Particular Rio de Janeiro - RJ.Nota: Este lote não poderá ser enviado pelos correios.
  • Rara escrivaninha/ contador  de Viajem, com alçada, dita de  "Charão".  Gavetas e escaninhos para a guarda de materiais diversos.  Móvel europeu revestido de laca preta decorado com profusa decoração "chinoiserie dourada. Pés na forma de pata de bicho. Inglaterra. Séc XIX.  Anglo-Sino. Med  166 x 64 x 64 cm de altura.  Presença de craquelets e perdas na pintura. necessita de pequenos reparos. No estado. Coleção Particular Brasília - DF. Nota: Este lote não poderá ser despachado pelos correios.
  • Excepcional e raríssimo oratório para nicho, em madeira nobre, ricamente entalhado tendo enquanto elementos decorativos figuras e rostos angelicais, elementos florais e conchas.Presença de duas pequenas gavetas na base. Séc. XVII/ XVIII. Med. 130 x 75 x 27 cm. Marcas do tempo. Pequenas faltas. Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.
  • Inimá de Paula (Itanhomi MG 1918 - Belo Horizonte MG 1999),"Apesar do desmatamento". Óleo sobre tela. Marcas do tempo. A moldura sofreu ação de cupim. No Estado. 55 x 65 cm (obra); 76,5 x 87 cm (moldura). Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ.
  • PEDRO A. BATISTA, Importante par de esculturas de prata Portuguesa, representadas por casal de cães de fó, Olhos de granada. Marca na base da Importante ourivesaria Portuense - PEDRO A. BATISTA ltda  e Contraste da cidade do Porto e do prateiro PEDRO BATISTA.  Portugal - Séc XX, Med. 23 cm  altura x 11 cm largura x 21 cm de comprimento. Marcas do tempo. Ausência de um dos olhos de granada.
  • Artur Alípio Barrio de Sousa Lopes (Porto, Portugal 1945), "Fundo do Mar". Óleo sobre tela. Assinado no verso em 3 posições diferentes sugerindo a liberdade do expectador de pendurar e se relacionar com a obra em 3 posições. Década de 80. med 155 x 100 cm (a obra); 160 x 104 cm(a moldura). Marcas do tempo. Coleção Particular Rio de Janeiro -RJ. Esta obra não poderá ser enviada pelos correios.Nota Biográfica do Artista: BiografiaArtur Alípio Barrio de Sousa Lopes (Porto, Portugal 1945). Artista multimídia e desenhista. Em 1955, passa a viver no Rio de Janeiro. Começa a se dedicar à pintura em 1965 e, a partir de 1967, freqüenta a Escola Nacional de Belas Artes - Enba. Nesse período, realiza os "cadernos livres", com registros e anotações que se afastam das linguagens tradicionais. Em 1969, começa a criar as Situações: trabalhos de grande impacto, realizados com materiais orgânicos como lixo, papel higiênico, detritos humanos e carne putrefata (como as Trouxas Ensangüentadas), com os quais realiza intervenções no espaço urbano. No mesmo ano, escreve um manifesto no qual contesta as categorias tradicionais da arte e sua relação com o mercado, e a situação social e política na América Latina. Em 1970, na mostra Do Corpo à Terra, espalha as Trouxas Ensangüentadas em um rio em Belo Horizonte. Barrio documenta essas situações com o uso de fotografia, cadernos de artista e filmes Super-8. Cria também instalações e esculturas, nas quais emprega objetos cotidianos. Realiza constantes viagens, e reside também na África e na Europa - em Portugal, na França e na Holanda. Desde a metade da década de 1990, ocorrem várias publicações e exposições que procuram recuperar sua obra.
  • Regina Veiga (1890, Rio de Janeiro/RJ - 1968, Rio de Janeiro /RJ), "Colônia de Pescadores da Praia de Copacabana", óleo sobre tela, Med. 60 x 90 cm (a obra); 95 x 125 cm (a moldura). Assinado. Representando pescadores no final de tarde fazendo manutenção das redes da antiga colônia de pesca da Praia de Copacabana - Posto 6 - Copacabana/RJ.  Presença de  "craquelets" da camada pictórica inerentes ao tempo.  Nota : Este lote não pode ser enviado pelos correios. NOTA BIOGRÁFICA:Regina Veiga (Rio de Janeiro, 1890 -- Rio de Janeiro, 1968) foi uma pintora, desenhista e professora brasileira.BiografiaIniciou seus estudos com o professor Rodolfo Amoedo. Em seguida viajou para a Europa onde viveu e estudou por vários anos entre Paris, onde foi aluna da Academia Julian, e Munique onde teve por mestre Heilmann.1Exposições e prêmiosRetornou à sua cidade natal em 1916 e logo organizou uma exposição na Galeria Jorge. Essa exposição, segundo o crítico Carlos Rubens, atraiu todo o Rio e espantou o burguês pudibundo com sua arte audaciosa de realismo e de tocante emotividade. Vendo os seus nús de impressionante beleza plástica e quadros como "Imigrantes", não se podia perder a convicção de estar-se vendo uma artista completa, cujas qualidades confirmaria noutros trabalhos... 2Na sua estreia no Salão Nacional de 1907, quando mereceu uma menção honrosa, já havia despertado a atenção de Gonzaga Duque que fez sobre ela e seus trabalhos elogiosa apreciação. Frequentadora assídua do Salão, obteve a medalha de bronze em 1913, a pequena medalha de prata em 1917 e a grande medalha de prata na edição de 1918.3Em 1940 participou do II Salão Feminino de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e do II Salão do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul, com premiações.Em julho de 1945, organizada pela diretoria do Museu Nacional de Belas Artes, realizou-se no Rio de Janeiro uma exposição de quadros tendo como tema a cidade de Paris. Convidados exclusivamente artistas brasileiros que haviam estudado na bela capital francesa, compareceu também Regina Veiga ao lado de conhecidos e competentes pintores todos com obras de alta qualidade.4O pintor Osvaldo Teixeira que era, em 1950, diretor do Museu Nacional de Belas Artes, com o apoio do Ministro da Educação, resolveu organizar uma grande mostra da pintura brasileira a partir do momento em que ela começava a se consolidar, tomando por marco dessa consolidação, o ano de 1850. Assim, com a colaboração dos conservadores do Museu, montou-se uma exposição que tomou o título de Um século da pintura brasileira. Foram elencadas as melhores obras do acervo da instituição, evidentemente de autoria, todas elas, dos nomes mais expressivos da arte de pintar. Ali estavam representados trabalhos de, entre outros, Vitor Meireles, Pedro Américo, Almeida Júnior, Amoêdo, Antônio Parreiras, Visconti até José Pancetti, Cândido Portinari, Expedito Camargo Freire e Malagoli que eram, para o ano da exposição, relativamente moços. Como reconhecidamente fazia parte dessa plêiade, não podia ficar fora a competente pintora Regina Veiga representando o sexo feminino ao lado de Georgina de Albuquerque e de Haidéa Santiago. De Regina foi apresentado um Auto-retrato a óleo, na medida de 60 x 50 cm, datado de 1941.5Regina Veiga tem obras no acervo do Museu Nacional de Belas Artes e na Pinacoteca do Estado de São Paulo.BibliografiaRUBENS, Carlos. Pequena história das artes plásticas no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1941.LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.BRAGA, Teodoro. Artistas pintores no Brasil. São Paulo: São Paulo Edit., 1942.DUQUE, Gonzaga. Contemporâneos. Rio de Janeiro: Tip. Benedito de Sousa, 1929.Referências Carlos Rubens, ob. cit., p. 239 Carlos Rubens, ob. cit. p. 239 Teixeira Leite, ob. cit. p. 519 Boletim de Belas Artes, nº 8, 1945, p. 62 catálogo da exposição Um século da pintura brasileira ed. do Museu, p. 55
  • Rubens Gerchman (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1942 - São Paulo.São Paulo, 2008)," Meeting Point - Casal Futurista" - Série Beijo. Acrílica sobre tela, Assinado no verso. Med 1,00 x 0,70 m .Coleção Particular Rio de janeiro/RJ. Adquirido pelo atual colecionador direto em exposição  do artista. Presença de etiqueta da Galeria Nara Roesler  no chassi. Esta obra não poderá ser despachada pelos correios. Breve Nota Biográfica : Pintor, desenhista, gravador, escultor.Em 1957, frequentou o Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, onde estuda desenho. Fez curso de xilogravura com Adir Botelho (1932) e frequentou a Escola Nacional de Belas Artes - Enba, entre 1960 e 1961. Em 1967, Rubens Gerchman foi contemplado com o prêmio de viagem ao exterior no 16º Salão Nacional de Arte Moderna - SNAM e viaja para os Estados Unidos. Residiu em Nova York entre 1968 e 1972. Retorna ao Brasil e faz o roteiro, a cenografia e direção do filme Triunfo Hermético e os curtas ValCarnal e Behind the Broken Glass. De 1975 a 1979, assume a direção da Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, Rio de Janeiro. É co-fundador e diretor da revista Malasartes. Em 1978, viajou para os Estados Unidos com bolsa da Fundação John Simon Guggenheim. Em 1981, a convite da arquiteta Lina Bo Bardi (1914 - 1992), realiza painel de azulejos para o Sesc Fábrica Pompéia, em São Paulo. Em 1982, permaneceu por um ano em Berlim como artista residente, a convite do Deutscher Akademischer Austauch Dienst - DAAD Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico. Lança, em 1989, o livro Gerchman, com textos do crítico de arte Wilson Coutinho. Publica o álbum de litografias Dupla Identidade, com texto do poeta Armando Freitas Filho (1940), em 1993. Como docente ministrou cursos no Brasil e no exterior. Em 2000, lança álbum com 32 litografias, primeiro volume da coleção Cahier d'Artiste, da Lithos Edições de Arte.Nos anos 1980, o artista retoma a pintura realista. Faz quadros e relevos. Ocupa-se, sobretudo, de temas como a criminalidade, as multidões e de aspectos pitorescos da vida na cidade, como Banco de Trás, 1985 e Beijo, 1989. Essas pinturas são mais coloridas e gestuais. Aproxima-se das correntes neo-expressionismo da época. Na década de 1990, as figuras de suas telas são trabalhadas em esculturas e litografias.  Participa em 1993  da exposição individual em  São Paulo SP - Rubens Gerchman: pinturas recentes, na Galeria Nara Roesler
  • Décio Vieira - Décio Luiz Monteiro Vieira (Petrópolis RJ 1922 - Rio de Janeiro 1988), Têmpera sobre tela, med 38,5 x 55 cm. Assinado e datado 1974 no verso. "figura feminina com vista do atelier do artista - Pedra da Gávea".Acompanha certificado de autenticidade. Coleção Particular proveniente do atelier do artista.Pequenas faltas. No estado.  Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ. Nora Biográfica do artista:Décio Luiz Monteiro Vieira (Petrópolis RJ 1922 - Rio de Janeiro RJ 1988). Pintor, desenhista. Estuda desenho e pintura com Axl Leskoschek (1889 - 1975) na Fundação  Getúlio Vargas - FGV do Rio de Janeiro, em 1948. A partir desse ano, entra em contato com a gravadora Fayga Ostrower (1920 - 2001) e tem aulas como pintor Ivan Serpa (1923 - 1973) no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. Na década de 1950, integra o Grupo Frente, com Lygia Pape (1927 - 2004), Lygia Clark (1920 - 1988), Hélio Oiticica (1937 - 1980), e outros. Participa do Grupo Neoconcreto, dissidência carioca do grupo concretista. Entre 1954 e 1962, produz estampas para tecidos com Fayga Ostrower. Em 1966, em São Paulo, trabalha com Alfredo Volpi (1896 - 1988) no afresco Dom Bosco, para o Palácio dos Arcos, em Brasília, e com ele estuda a técnica da têmpera e passa a apresentar uma produção abstrata. Na década de 1970, volta à figuração, dedicando-se principalmente à pintura de paisagem, e leciona no MAM/RJ, nos cursos coordenados pelo crítico Frederico Morais. Com a orientação de Ivan Serpa cria, com Dulce Vieira, uma escola de arte para as crianças da comunidade da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. É realizada exposição retrospectiva de sua produção, intitulada Décio Vieira: Resumo de uma Trajetória, na Galeria Rodrigo de Mello Franco, da Funarte, no Rio de Janeiro, em 1992.Décio Vieira participa, na década de 1950, do Grupo Frente, constituído por artistas de tendências construtivo-geométricas. Nessa época, articula o espaço por meio de variações de formas e cores e por distorções da perspectiva, como ocorre em Espaço Construído, 1954. Em seus quadros, concilia a construção geométrica com a pesquisa de nuances cromáticas e o uso do sfumato, criando assim um jogo entre o definido e o indefinido.O artista aprende com Alfredo Volpi (1896 - 1988) a técnica da pintura a têmpera, que confere ao seu trabalho um caráter mais lírico na abstração. Realiza obras que tendem ao monocromático. Em Quadrados, Retângulos e Linhas, 1961, o espaço pictórico é dividido em módulos regulares e o artista emprega o mínimo de variações tonais para construir a estrutura, que apresenta grande equilíbrio. A partir da metade da década de 1960, suas obras revelam maior liberdade no uso da cor e da textura. Em diálogo com a produção de Volpi, Décio Vieira realiza uma pintura econômica, com o emprego sutil da luz, em construções que utilizam predominantemente o branco. Na década de 1970, o artista tem importante atuação como professor do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, criando também uma escola de arte para as crianças da favela da Rocinha.
  • José Bechara (Rio de Janeiro RJ 1957), "Paramarelo". Óleo e pigmento/oxidação de aço  sobre lona. Díptico .Assinado e datado 2004.  Reproduzido no livro do artista,  "José Bechara de Agnaldo Farias, Editora Barléu, págs. 65 e 268".  Díptico composto por 2 telas med. 1,35 x 2,30 m (cada uma). 2,70 x 2,30 m (medidas totais). Marcas do tempo. Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ. Esta obra não poderá ser enviada pelos correios. Nota Biográfica do artista: José Bechara (Rio de Janeiro RJ 1957). Pintor. Estuda na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, entre 1987 e 1991. Inicia sua atividade artística no final da década de 1980, e realiza sua primeira exposição individual no Centro Cultural Cândido Mendes - CCCM, em 1992. No ano seguinte, participa do 13º Salão Nacional de Artes Plásticas, onde recebe prêmio aquisição. Desde o início da década de 1990, utiliza o processo de oxidação sobre lonas de caminhões como base de seus trabalhos, e experimenta outros suportes, como a pele de boi. Participa de diversas exposições nacionais e internacionais, entre elas, a 25ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal, em 2002, e o 29º Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), em 2005. Em 2002, é palestrante do workshop Dynamic Encounters International Art Workshop: São Paulo - Rio 2002. Lançamento do livro José Bechara, desenhos: como uma piscada de vaga-lume publicado pela Editora Réptil.
  • Rubens Gerchman (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1942 - São Paulo.São Paulo, 2008), " Night Course - Amantes de la Noche" - Série Beijo/ banco de trás - Acrílica sobre tela, Assinado e datado no Verso, 1992. Med 1,85 x 1,33 m . Marcas do tempo. Necessita de pequeno restauro. Coleção Particular Rio de janeiro/RJ. Esta obra não poderá ser despachada pelos correios. Breve Nota Biográfica: Pintor, desenhista, gravador, escultor.Em 1957, frequentou o Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, onde estuda desenho. Fez curso de xilogravura com Adir Botelho (1932) e frequentou a Escola Nacional de Belas Artes - Enba, entre 1960 e 1961. Em 1967, Rubens Gerchman foi contemplado com o prêmio de viagem ao exterior no 16º Salão Nacional de Arte Moderna - SNAM e viaja para os Estados Unidos. Residiu em Nova York entre 1968 e 1972. Retorna ao Brasil e faz o roteiro, a cenografia e direção do filme Triunfo Hermético e os curtas ValCarnal e Behind the Broken Glass. De 1975 a 1979, assume a direção da Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, Rio de Janeiro. É co-fundador e diretor da revista Malasartes. Em 1978, viajou para os Estados Unidos com bolsa da Fundação John Simon Guggenheim. Em 1981, a convite da arquiteta Lina Bo Bardi (1914 - 1992), realiza painel de azulejos para o Sesc Fábrica Pompéia, em São Paulo. Em 1982, permaneceu por um ano em Berlim como artista residente, a convite do Deutscher Akademischer Austauch Dienst - DAAD Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico. Lança, em 1989, o livro Gerchman, com textos do crítico de arte Wilson Coutinho. Publica o álbum de litografias Dupla Identidade, com texto do poeta Armando Freitas Filho (1940), em 1993. Como docente ministrou cursos no Brasil e no exterior. Em 2000, lança álbum com 32 litografias, primeiro volume da coleção Cahier d'Artiste, da Lithos Edições de Arte.Nos anos 1980, o artista retoma a pintura realista. Faz quadros e relevos. Ocupa-se, sobretudo, de temas como a criminalidade, as multidões e de aspectos pitorescos da vida na cidade, como Banco de Trás, 1985 e Beijo, 1989. Essas pinturas são mais coloridas e gestuais. Aproxima-se das correntes neo-expressionismo da época. Na década de 1990, as figuras de suas telas são trabalhadas em esculturas e litografias. ENTRE 1992 E 1993 participa das seguintes exposições individuais : 1992 - Bogotá (Colômbia) - Individual, na Galeria de Arte1992 - Bogotá (Colômbia) - Individual, na Galeria Garcez Velasquez1992 - Coral Gables (Estados Unidos) - Individual, na The Ambrosino Gallery1992 - San Cristobál (Venezuela) - Individual, na Galeria Sin Limite1992 - Miami (Estados Unidos) - Individual, na Ambrosino Gallery1992 - Rio de Janeiro RJ - Rubens Gerchman: retrospectiva, no CCBB1992 - San Cristóbal (Venezuela) - Mitologia Urbana, na Galeria Sin Limite1993 - Bogotá (Colômbia) - Individual, no Museu de Arte Moderna de Bogotá1993 - Caracas (Venezuela) - Individual, no Museo Alejandro Otero1993 - Caracas (Venezuela) - Individual, na Museo Alejandro Otero1993 - Nova York (Estados Unidos) - Rubens Gerchman: recent works, na Americas Gallery1993 - Pequim (China) - Individual, na Embaixada da Colômbia1993 - Rio de Janeiro RJ - Gerações, no Museu da República1993 - São Paulo SP - Rubens Gerchman: pinturas recentes, na Galeria Nara Roesler
  • Darel Valença Lins (Palmares, Pernambuco, 1924 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017), "Demolição", litogravura  s/ papel, assinada . Tiragem 2/5. Med 48, 5  x 37,5 cm (a obra);  ?? x  ??  cm (a moldura). Presença de pontos de acidez e umidade. Biografia: Gravador, pintor, desenhista, ilustrador, professor. Estuda na Escola de Belas Artes do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre 1941 e 1942, e atua como desenhista técnico. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1946. Estuda gravura em metal com Henrique Oswald (1918-1965) no Liceu de Artes e Ofícios, em 1948. Dois anos depois, entra em contato com Oswaldo Goeldi (1895-1961).Atua como ilustrador em diversos periódicos, como a revista Manchete e os jornais Última Hora e Diário de Notícias. Entre 1953 e 1966, encarrega-se das publicações da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil. Com o prêmio de viagem ao exterior, recebido no Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM) do Rio de Janeiro, em 1957, viaja para a Itália, onde permanece até 1960. Ilustra diversos livros, como Memórias de um Sargento de Milícias, 1957, de Manuel Antônio de Almeida (1831-1861); Poranduba Amazonense, 1961, de Barbosa Rodrigues (1842-1909); São Bernardo, 1992, de Graciliano Ramos (1892-1953); e A Polaquinha (2002), de Dalton Trevisan (1925).Leciona gravura em metal no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), em 1951; litografia na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), no Rio de Janeiro, entre 1955 e 1957; e na Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo, de 1961 a 1964. Entre 1968 e 1969, realiza painéis como os do Palácio dos Arcos, sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.Em 2015, é lançado o documentário Mais do eu possa me reconhecer, dirigido por Allan Ribeiro. Filmado no apartamento do artista no Rio de Janeiro, o filme conta a rotina do artista, que apesar de intensa produção de gravuras, passa a se dedicar a videoarte
  • Darel Valença Lins (Palmares, Pernambuco, 1924 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017), "Demolição", litogravura  s/ papel, assinada . Tiragem 2/5. Med 37, 5  x 48,5 cm (a obra);  ?? x  ??  cm (a moldura). Presença de pontos de acidez e umidade. Biografia: Gravador, pintor, desenhista, ilustrador, professor. Estuda na Escola de Belas Artes do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre 1941 e 1942, e atua como desenhista técnico. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1946. Estuda gravura em metal com Henrique Oswald (1918-1965) no Liceu de Artes e Ofícios, em 1948. Dois anos depois, entra em contato com Oswaldo Goeldi (1895-1961).Atua como ilustrador em diversos periódicos, como a revista Manchete e os jornais Última Hora e Diário de Notícias. Entre 1953 e 1966, encarrega-se das publicações da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil. Com o prêmio de viagem ao exterior, recebido no Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM) do Rio de Janeiro, em 1957, viaja para a Itália, onde permanece até 1960. Ilustra diversos livros, como Memórias de um Sargento de Milícias, 1957, de Manuel Antônio de Almeida (1831-1861); Poranduba Amazonense, 1961, de Barbosa Rodrigues (1842-1909); São Bernardo, 1992, de Graciliano Ramos (1892-1953); e A Polaquinha (2002), de Dalton Trevisan (1925).Leciona gravura em metal no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), em 1951; litografia na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), no Rio de Janeiro, entre 1955 e 1957; e na Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo, de 1961 a 1964. Entre 1968 e 1969, realiza painéis como os do Palácio dos Arcos, sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.Em 2015, é lançado o documentário Mais do eu possa me reconhecer, dirigido por Allan Ribeiro. Filmado no apartamento do artista no Rio de Janeiro, o filme conta a rotina do artista, que apesar de intensa produção de gravuras, passa a se dedicar a videoarte
  • Raro e Elegante vaso de vidro soprado de Murano , adornado por linhas em movimento espiral inverso, que se cruzam criando pequenos losangos. dentro de cada losango uma pequena bolha. Pó de ouro farto em toda a  sua extensão.  Trabalho de precisão de mestre. Marcas do tempo.  Remete aos trabalhos do mestre  Paolo Venini. Med.   cm de altura x    cm de diâmetro.
  • Mario Cravo Júnior (Salvador, Bahia, 1923 - Idem, 2018), "Sem título", óleo sobre madeira, Assinado e datado 1968. Med 49 x 109 cm (a obra); 52 x 112 cm (a moldura). A moldura necessita ser substituída, presença de furos de cupim. Nota: Esta obra não poderá ser enviada pelos correios. Breve Biografia: Escultor, gravador, desenhista, professor. Filho de um próspero fazendeiro e comerciante, executa suas primeiras esculturas entre 1938 e 1943, período em que viaja pelo interior da Bahia. Em 1945, trabalha com o santeiro Pedro Ferreira, em Salvador, e muda-se para o Rio de Janeiro, estagia no ateliê do escultor Humberto Cozzo (1900-1973). Realiza sua primeira exposição individual em 1947, em Salvador. Nesse ano, é aceito como aluno especial do escultor iugoslavo Ivan Mestrovic (1883-1962) na Syracuse University, no Estado de Nova York, Estados Unidos, e, após a conclusão do curso, muda-se para a cidade de Nova York. De volta a Salvador, em 1949, instala ateliê no largo da Barra, que logo se torna ponto de encontro de artistas como Carlos Bastos (1925-2004), Genaro (1926-1971) e Carybé (1911-1997). Em 1954, passa a lecionar na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Entre 1964 e 1965, mora em Berlim, patrocinado pela Fundação Ford. Retorna ao Brasil em 1966, ano em que obtém o título de doutor em belas artes pela UFBA e assume o cargo de diretor do Museu de Arte da Moderna da Bahia (MAM/BA), posição que ocupa até 1967. Em 1981 coordena a implantação do curso de especialização em gravura e escultura da Escola de Belas Artes da UFBA. Em 1994, doa várias obras para o Estado da Bahia, que passam a compor o acervo do Espaço Cravo, localizado no Parque Metropolitano de Pituaçu, em Salvador.
  • Glênio Alves Branco Bianchetti (Bagé, Rio Grande do Sul, 1928), "Sem título", Acrílica sobre tela colada sobre madeira, Assinado e datado 1982.  Med. 54 x 40 cm( a obra); 57 x 44 cm (a moldura).  Breve Biografia: Gravador, pintor, ilustrador, tapeceiro, professor e desenhista. Inicia estudos artísticos em Bagé, na década de 1940, junto com Glauco Rodrigues (1929-2004), sob orientação de José Moraes (1921-2003). Em 1949, ingressa no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre. Funda, em 1951, ao lado de Glauco Rodrigues e Danúbio Gonçalves (1925), o Clube de Gravura de Bagé, posteriormente incorporado ao Clube de Gravura de Porto Alegre, grupo que realiza uma produção artística de caráter social, do qual participam também Carlos Scliar (1920-2001) e Vasco Prado (1914-1998). Na década de 1950, Bianchetti produz xilografia e linoleogravura com temas relacionados ao trabalho e aos costumes regionais. A partir dos anos 1960, trabalha principalmente com pintura, litografia e gravura em metal. Em 1962, leciona desenho e pintura na recém-inaugurada Universidade de Brasília - UnB, na qual permanece até 1965, quando é afastado pelo regime militar. No início da década de 1970, colabora na criação do Museu de Arte de Brasília e participa de projetos voltados ao ensino artístico. Em 1988, é reintegrado à UnB. Entre 1996 e 1997, é organizada mostra retrospectiva do Grupo de Bagé com exposições em várias capitais. É homenageado com a retrospectiva dos seus 50 anos de carreira, em 1999, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Em 2004 é publicado livro Glenio Bianchetti, de autoria de José Paulo Bertoni.
  • BIJOUX JOIA - Belíssimo antigo broche de metal nobre , pedras e pérola sintéticas. Estilo Art Déco. Marcas de uso. Med. 3  x  4 cm.
  • Arrojado e elegante  porta jóias de material sintético. Acompanha chave. Marcas de uso. Med 15  x 30 x 21 cm.
  • Singela Uveira de metal prateado, Marca de manufatura "Mappin & Webb".  Med.8 x 14 cm de diâmetro. Marca de uso.
  • Linda garrafa de cristal europeu lapidada na cor verde com bocal em cobre. Marcas do tempo. pequeno bicados. No estado. Med. 33 cm de altura x 10 cm de diâmetro.

282 Itens encontrados

Página: