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  • Takashi Fukushima (São Paulo, São Paulo, 1950), " Sem título". Óleo sobre tela, Assinado e datado 1976. Med. 70 x 90 cm (a obra); 70,5 x 90,5 (a moldura). Sujicidade sobre a camada pictórica.
  • Ivan Fernandes , "Praça Mauá" , Técnica mista sobre papel, Assinada e datada 1978. Med. 50 x 72 cm (a obra); 52 x 74 cm (a moldura). Presença de selo da galeria Ipanema no/RJ verso.Presença de pontos de acidez sobre o papel. pequenas faltas.
  • João Alves - João Alves Oliveira da Silva (Ipirá, Bahia, 1906 - Salvador, Bahia, ca.1970), "Sem título", óleo sobre Tela, Assinado e datado 1969. Med. 32 x 54 cm(a obra); 51,5 x 73,5 cm (a moldura). Sujicidade sobre a camada pictórica.
  • Di Cavalcanti - Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1897 - idem 1976), "mulheres se beijando" .Serigrafia colorida sobre papel. assinada e datada 1965. Proveniente do Album 5 serigrafias de Di Cavalcanti - texto Marques Rebêlo - editora Cultrix - São Paulo.  Med.  55 x 37 cm (a obra); 79 x 61 cm(a moldura). Presença de pontos de acidez sobre o papel.Dados biográficos:  Pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Inicia sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, reside em São Paulo, onde frequenta o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons (1865-1939). Convive com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade (1890-1954) e Mário de Andrade (1893-1945), Guilherme de Almeida (1890-1969), entre outros. Em 1921, ilustra A Balada do Enforcado, de Oscar Wilde (1854-1900), e publica o álbum Fantoches da Meia-Noite, editado por Monteiro Lobato (1882-1948). É o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expõe 12 obras. Em 1923, faz sua primeira viagem à França, onde atua como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, freqüenta a Academia Ranson, instala ateliê e conhece obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso (1881-1973), Georges Braque (1882-1963), Fernand Léger (1881-1955), Henri Matisse (1869-1954), Jean Cocteau (1889-1963)  e Blaise Cendrars (1887-1961). Volta a São Paulo em 1926, trabalha como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. A estada em Paris marca um novo direcionamento em sua obra. Conciliando a influência das vanguardas européias com a formulação de uma linguagem própria; adota uma temática nacionalista e preocupa-se com a questão social. No ano de 1928, filia-se ao Partido Comunista do Brasil (PCB). Em 1931, participa do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho (1899-1973), Antonio Gomide (1895-1967) e Carlos Prado (1908-1992), o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1933, publica o álbum A Realidade Brasileira, uma sátira ao militarismo da época. Em 1938 viaja a Paris, onde trabalha na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retorna ao Brasil em 1940, trabalha como ilustrador, e publica poemas e memórias de viagem. Em 1972, seu álbum 7 Xilogravuras de Emiliano Di Cavalcanti é editado pela Editora Chile.
  • Di Cavalcanti - Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1897 - idem 1976), "Bordel" Serigrafia colorida sobre papel. assinada e datada 1965. Proveniente do Album 5 serigrafias de Di Cavalcanti - texto Marques Rebêlo - editora Cultrix - São Paulo.  Med.  55 x 37 cm (a obra); 79 x 61 cm(a moldura). Presença de pontos de acidez sobre o papel.Dados biográficos:  Pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Inicia sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, reside em São Paulo, onde frequenta o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons (1865-1939). Convive com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade (1890-1954) e Mário de Andrade (1893-1945), Guilherme de Almeida (1890-1969), entre outros. Em 1921, ilustra A Balada do Enforcado, de Oscar Wilde (1854-1900), e publica o álbum Fantoches da Meia-Noite, editado por Monteiro Lobato (1882-1948). É o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expõe 12 obras. Em 1923, faz sua primeira viagem à França, onde atua como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, freqüenta a Academia Ranson, instala ateliê e conhece obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso (1881-1973), Georges Braque (1882-1963), Fernand Léger (1881-1955), Henri Matisse (1869-1954), Jean Cocteau (1889-1963)  e Blaise Cendrars (1887-1961). Volta a São Paulo em 1926, trabalha como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. A estada em Paris marca um novo direcionamento em sua obra. Conciliando a influência das vanguardas européias com a formulação de uma linguagem própria; adota uma temática nacionalista e preocupa-se com a questão social. No ano de 1928, filia-se ao Partido Comunista do Brasil (PCB). Em 1931, participa do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho (1899-1973), Antonio Gomide (1895-1967) e Carlos Prado (1908-1992), o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1933, publica o álbum A Realidade Brasileira, uma sátira ao militarismo da época. Em 1938 viaja a Paris, onde trabalha na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retorna ao Brasil em 1940, trabalha como ilustrador, e publica poemas e memórias de viagem. Em 1972, seu álbum 7 Xilogravuras de Emiliano Di Cavalcanti é editado pela Editora Chile.
  • Assinatura não identificada, "Nú feminino". Bico de pena. Assinado. Datado 1977. Med. 32 x 46,5 cm(a obra); 50,5 x 60,5 cm (a moldura). Pontos de acidez sobre o papel.
  • Roberto de Oliveira Magalhães (Rio de Janeiro RJ 1940), "Sem título", Serigrafia colorida sobre papel, Assinada a lápis e datada 1984. Tiragem 25/100. Med. 74 x 104 cm (a obra); 77,5 x 106 cm (a moldura). Pontos de acidez sobre o papel. Nota: Este item não poderá sr enviado pelos correios. Nota Biográfica: Pintor, desenhista gravador. Realiza seu aprendizado artístico com as atividades profissionais iniciadas precocemente: primeiro, na gráfica do tio (desenho de rótulos e propagandas); em seguida, fazendo capas de livros e discos e desenhos publicitários. Freqüenta cursos da Escola Nacional de Belas Artes (Enba), como aluno livre, em 1961. No decorrer da década de 1960, participa de diversas coletivas, no Brasil e no exterior: 1962, expõe desenhos a nanquim na Galeria Macunaíma, anexa à Enba; em 1964, realiza sua primeira individual de xilogravuras, na Petite Galerie, Rio de Janeiro; e recebe, no ano seguinte, o prêmio de gravura da 4ª Bienal de Paris. Segue para a capital francesa, em 1967, depois de ganhar o prêmio viagem ao exterior no 15º Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM), em 1966, com a xilogravura Édipo Decifra o Enigma da Esfinge. Em Paris expõe com Antonio Dias (1944) na Galeria Debret, em 1968. Estudos de ocultismo, teosofia e, sobretudo, a aproximação ao budismo a partir de 1969 levam-no a residir por quatro anos no Centro de Meditação da Sociedade Budista do Brasil, quando interrompe a atividade artística. Em 1975, recomeça o trabalho com arte por meio de exposições individuais de desenho e pintura no Rio e em São Paulo, e de aulas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Integra coletivas de gravuras e desenhos, na década de 1980. Em 1992, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), do Rio de Janeiro organiza uma retrospectiva dos 30 anos de produção do artista, a maior dedicada a sua obra.
  • Maria Anna Olga Luiza Bonomi (Meina, Itália 1935), "Sem Título",  xilogravura em cores impressa s/ papel, ass., dat. 1977. tiragem 47/90 . Med. 65 x 43 cm (a obra) ; 89 x 68 cm (a moldura). Presença de pontos de acidez sobre o papel.No estado.Breve Biografia : Cenógrafa e figurinista. Realiza cenários e figurinos de destaque nos anos 1960, principalmente ao lado do diretor Antunes Filho, com quem realiza trabalhos em que cenografia e encenação interagem num amálgama artístico de primeira grandeza.Opta pela nacionalidade brasileira em 1953, formando-se em desenho na Universidade de Columbia, Nova York, em 1956, tornando-se artista plástica.Seu primeiro trabalho como cenógrafa é em As Feiticeiras de Salém, de Arthur Miller, em 1960, para o Pequeno Teatro de Comédia. No ano seguinte, para essa mesma companhia, faz Sem Entrada e Sem Mais Nada, de Roberto Freire, ambos espetáculos de Antunes Filho, seu futuro marido.Em 1962, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), está em Yerma, de Federico García Lorca, outra encenação de Antunes, levando o Prêmio Associação Paulista de Críticos de Teatro (APCT), de melhor figurino. Logo a seguir, faz A Morte do Caixeiro Viajante, de Arthur Miller, uma direção de Flávio Rangel para a casa. Para o Teatro da Esquina, empreendimento de Antunes e Ademar Guerra, Maria faz dois trabalhos de grande relevo: A Megera Domada, de William Shakespeare, em 1965, premiada com o Saci, Molière e APCT de melhor cenógrafa, e A Cozinha, de Arnold Wesker, 1968, em que ganha melhor cenografia pelo Prêmio Governador do Estado, ambos conduzidos por Antunes.Para o mesmo diretor, em 1967, cenografa Black-Out, de Frederick Knott, reproduzindo um autêntico apartamento nova-iorquino para ambientar a ação.Para o mesmo encenador cria, em 1970, os figurinos de Peer Gynt, de Henrik Ibsen, sendo novamente premiada. Em 1971, cria o apartamento do publicitário de Corpo a Corpo, de Oduvaldo Vianna Filho, sua última colaboração com Antunes Filho, de quem se separa em 1972. Com Ademar Guerra, no Paraná, faz dois trabalhos bem-sucedidos: A Colônia Cecília, de Renata Palottini, em 1984, e Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo, 1989, duas superproduções envolvendo elencos numerosos.Sobre a importância da parceria artística entre Maria e Antunes, comenta o diretor Ademar Guerra: "Depois de Doce Pássaro, Antunes Filho volta da Europa e dirige no Pequeno Teatro de Comédia As Feiticeiras de Salém, de Arthur Miller, e Sem Entrada e Sem Mais Nada, de Roberto Freire. Nessa época, Maria Bonomi entra na vida do Antunes. Ela o faz mudar. Maria foi a ponte para Antunes dar seu grande salto qualitativo. A sua influência na carreira dele é muito grande. Eles se conheceram em As Feiticeiras de Salém - ela fazia cenário e figurino. Ali Maria começa a ampliar a visão de Antunes. Ela percebe o gênio e o estimula a se abrir para as coisas que ele poderia entender e fazer. Sem Maria, não sei o que seria do Antunes. Ela o ajuda a queimar etapas, de uma forma positiva. O que me impressionou na Maria Bonomi, desde que a conheci, é que está sempre muitos anos à frente. Ela intui as coisas antes que aconteçam. Devia abrir uma tenda, dessas que lêem o futuro, tamanha a sua capacidade de se antecipar aos fatos, às tendências... ".
  • Roberto Vieira (1939 -Brasil / Minas Gerais / Juiz de Fora), "Paisagem crítica", óleo sobre tela colado sobre eucatex.  Assinado e datado 1976 no verso. Med. 60 x 90 cm (a obra); 61,5 x 91,5 cm (a moldura). Marcas do tempo. Sujicidade sobre a camada pictórica. Dados Biográficos:1964/1968 - Juiz de Fora MG - Depois de longos estudos de piano e violino e com curso técnico de pontes e estradas pela Escola de Engenharia, funda, com mais alguns artistas mineiros, a Oficina de Arte1964 - Belo Horizonte MG - Integra o Grupo Oficina ao lado de Lotus Lobo, Klara Kaiser, Nívea Bracher, Paulo Laender e Lúcio Weick
  • Roberto Vieira (1939 -Brasil / Minas Gerais / Juiz de Fora), "Paisagem crítica", óleo sobre aglomerado,  Assinado e datado 1974 no verso. Med. 90 x 90 cm (a obra); 92 x 92 cm (a moldura). Marcas do tempo. Sujicidade sobre a camada pictórica. pequenas faltas. Dados Biográficos:1964/1968 - Juiz de Fora MG - Depois de longos estudos de piano e violino e com curso técnico de pontes e estradas pela Escola de Engenharia, funda, com mais alguns artistas mineiros, a Oficina de Arte1964 - Belo Horizonte MG - Integra o Grupo Oficina ao lado de Lotus Lobo, Klara Kaiser, Nívea Bracher, Paulo Laender e Lúcio Weick
  • Roberto Vieira (1939 -Brasil / Minas Gerais / Juiz de Fora), "Paisagem crítica", óleo sobre duratex,  Assinado e datado 1974 no verso. Med. 90 x 90 cm (a obra); 91 x 91 cm (a moldura). Marcas do tempo. Sujicidade sobre a camada pictórica.Dados Biográficos:1964/1968 - Juiz de Fora MG - Depois de longos estudos de piano e violino e com curso técnico de pontes e estradas pela Escola de Engenharia, funda, com mais alguns artistas mineiros, a Oficina de Arte1964 - Belo Horizonte MG - Integra o Grupo Oficina ao lado de Lotus Lobo, Klara Kaiser, Nívea Bracher, Paulo Laender e Lúcio Weick
  • Roberto Vieira (1939 -Brasil / Minas Gerais / Juiz de Fora), "Paisagem crítica", óleo sobre duratex,  Assinado no verso. Med. 91 x 90 cm (a obra); 92 x 91 cm (a moldura). Marcas do tempo. Sujicidade sobre a camada pictórica.Dados Biográficos:1964/1968 - Juiz de Fora MG - Depois de longos estudos de piano e violino e com curso técnico de pontes e estradas pela Escola de Engenharia, funda, com mais alguns artistas mineiros, a Oficina de Arte1964 - Belo Horizonte MG - Integra o Grupo Oficina ao lado de Lotus Lobo, Klara Kaiser, Nívea Bracher, Paulo Laender e Lúcio Weick
  • Antonio Henrique Amaral, (São Paulo 24 de Agosto de 1935, São Paulo 24 de abril de 2015), "Sem título", Técnica mista sobre papel. Assinado. Med. 59 x 89 cm (a obra); 68 x 98 cm (a moldura). Nota: Este item não poderá ser enviado pelo correio dentro da moldura.Breve Biografia do artista:Pintor, gravador e desenhista. Inicia sua formação artística na Escola do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), com Roberto Sambonet (1924-1995), em 1952. Em 1956, estuda gravura com Lívio Abramo (1903-1992) no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP). Em 1958, viaja para a Argentina e o Chile, onde realiza exposições e entra em contato com Pablo Neruda (1904-1973). Viaja para os Estados Unidos em 1959, estudando gravura no Pratt Graphics Center, em Nova York. Voltando ao Brasil em 1960, trabalha como assistente na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro, e conhece Ivan Serpa (1923-1973), Candido Portinari (1903-1962), Antonio Bandeira (1922-1967), Djanira (1914-1979) e Oswaldo Goeldi (1895-1961). Paralelamente à carreira artística, atua como redator publicitário. No início da carreira realiza desenhos e gravuras que se aproximam do surrealismo. A partir da metade da década de 1960, sua produção passa a incorporar a temática social, elementos da gravura popular e da cultura de massa, aproximando-se também da arte pop. Em 1967, lança o álbum de xilogravuras coloridas O Meu e o Seu, com apresentação e texto de Ferreira Gullar (1930) e capa de Ruben Martins (1929-1968), em que apresenta uma crítica ao autoritarismo vigente no país. Passa a dedicar-se predominantemente à pintura. Recebe em 1971 o prêmio viagem ao exterior do Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro e viaja para Nova York. Retorna ao Brasil em 1981.
  • Alfredo Volpi (Lucca Itália 1896 - São Paulo SP 1988), "composição geométrica",Serigrafia colorida sobre papel. Sem tiragem aparente. Assinada . Presença de pontos de acidez sobre o papel. Med.25 x 15 cm (a obra);  57 x 77 cm (a moldura).
  • Assinatura Não identificada, "O encontro", Acrílica sobre tela. Assinado. Med. 88,5 x 129 cm (a obra); 90 x 132 cm (a moldura). Nota: Este item não pode ser enviado pelos correios.
  • Elegante mesa de estilo inglês em madeira nobre. Tampo de linas retas. Aba com 3 gavetas. Puxadores de metal dourado. Apoiado sobre duas colunatas maciças da onde saem 3 pés finamente entalhados com ponteiras de metal dourado. Atribuível ao famoso moveleiro Leandro Martins.  Med. 78  x 180  x 90  cm. Marcas de uso. Arranhões e pequenas faltas. No estado.
  • Simpática mesa auxiliar para casa e/ou escritório, estilo inglês, de madeira nobre. De linhas retas. Aba com uma gaveta. Puxadores e ponteiras dos pés de metal dourado. Pernas traseiras guarnecidas por rodízio. Med.73 x 60  x 40 cm. Marcas de uso. Arranhões e pequenas faltas. No estado. Nota: Este item não poderá ser enviado pelos correios.
  • Simpática mesa auxiliar para casa e/ou escritório, estilo inglês, de madeira nobre. De linhas retas. Aba com uma gaveta. Puxadores e ponteiras dos pés de metal dourado. Pernas traseiras guarnecidas por rodízio. Med. 73  x 60 x 40 cm. Marcas de uso. Arranhões e pequenas faltas. No estado. Nota: Este item não poderá ser enviado pelos correios.
  • Escola Italiana, Sem assinatura aparente, "Set" composto por quatro preciosas e muito antigas pinturas ovais, óleo sobre tela coladas sobre eucatex. Atribuíveis a escola Italiana do Séc  XVIII. Representando cenas mitológicas com paisagem ao fundo. obras de alta qualidade pictórica. Molduras ovais de época revestidas por ouro brunido. Marcas do tempo. sujicidade sobre a camada pictórica. No estado. Med.30  x 39 cm (a obra); 39 x 48 cm (a moldura).
  • Arte Sacra - Maison Verrebout -  Escultura  Parede em terracota Policromada,com temática Sacra, assinada " Verrebout"- atribuível a Maison Verrebout -  França. circa 1900. Med 33 x 30 x 5 cm de espessura. Marcas do tempo. pequenas faltas. No estado.

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