Peças para o próximo leilão

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  • Escola européia. Assinatura não identificada. " Natureza morta". Óleo sobre telas med. 80  x 50     cm. "Gorgurão" aplicado na borda. Necessita de limpeza  e pequenos reparos. Marcas do tempo .
  • Escola européia. Assinatura não identificada. " Natureza morta". Óleo sobre telas med. 80 x 50   cm. "Gorgurão" aplicado na borda. Necessita de limpeza  e pequenos reparos. Marcas do tempo .
  • BIJOUX JOIA - Elegante antigo Broche  ao gosto Vitoriano, confeccionado com materiais diversos. No verso indicação " deposé". Marcas de uso. Med 9 x 5  x 2 cm de espessura.
  • Lindo tapete persa de lã natural, tinta vegetal. Motivo decorativo padrão Floral geométrico. Marcas de uso. Pequenos restauros. Med. 2,30 x 1,18 m = 2,71 metros quadrados.
  • Elegante Fruteira, reversível em floreira de cobre e latão. Feita artesanalmente à mão. Marcas de uso. Pequenas faltas. Med. 28  x 26 cm de diâmetro.
  • CARTIER - Elegante relógio despertador de mesa , de metal e o outros materiais.  Marca de fabricação Cartier - Paris. Mostrador com números romanos.  A corda. Acompanha luxuoso estojo original. Marcas de uso. Funcionando. Med. 7 x 8  x  3 cm (relógio); 5  x 11 x  12 cm (estojo).
  • JÓIA - Elegante Pulseira de ouro teor 750 e segmentos cilíndricos facetados de pedra Vermelha. Possivelmente de origem Italiana. Marcas de uso. Med. 20 cm de comprimento (ABERTA). PESO TOTAL : 14,6 GRAMAS
  • JÓIA - Elegante colar de ouro teor 750 e esferas de pedra vermelha. Possivelmente de origem Italiana. Marcas de uso. Med. 42 cm de comprimento(FECHADO). MED TOTAL : 84 CM .PESO TOTAL: 42 GRAMAS.
  • BIJOUX- JÓIA - Elegante par de brincos de prata teor 925 milésimos e turquesa. Marcas de uso.Med. 3 x 2 cm da largura.
  • SWAROVSKI - BIJOUX- JÓIA - Belíssimo "fio" adornado por grandes pedras de cristal negro, Confeccionado com cristal  Swarovski, e outros materiais. Marcas de uso. Med. 50 cm de diâmetro (fechado).
  • SWAROVSKI - BIJOUX- JÓIA - Belíssimo "fio" de cristal negro, Confeccionado com cristal  Swarovski, e outros materiais. Marcas de uso. Med. 66 cm de diâmetro (fechado).
  • SWAROVSKI - BIJOUX- JÓIA - Belíssima e contemporânea Pulseira dita "escrava" , marca de fabricação Swarovski, de cristal, couro  e outros materiais. Marcas de uso. Med. 6 cm de diâmetro x 2,5 de largura.
  • SWAROVSKI - BIJOUX- JÓIA - Belíssimo e contemporâneo colar , marca de fabricação Swarovski, de cristal e outros materiais. Marcas de uso. Med. 44 cm de comprimento (fechado).
  • LIVRO RARO - MANUSCRITO - JORACY CAMARGO - Joracy Schafflor Camargo (1898-1973 / Rio de Janeiro, RJ) , Raríssimo Manuscrito da peça "O SÁBIO" , em 3 Atos, uma das 10 peças escritas para o seu  amigo particular, nada mais que o  "Monstro" do teatro Brasileiro, PROCÓPIO FERREIRA, entre elas o grande sucesso "DEUS LHE PAGUE".  O Manuscrito é integrado por 3 volumes encadernados, cada um correspondente a um ato. Foram encadernados, a pedido do Próprio Joracy, em fino couro gravado a ouro com a  ilustrada pela sobreposição dos perfis de Joracy Camargo e Procópio Ferreira. Med. 5 x 37 x 26 cm (cada volume). Marcas do tempo. pequenos desgastes na capa e um pouco de acidez no papel. No estado. Coleção Particular da Família Ferreira. BIOGRAFIA : Quarto ocupante da Cadeira 32, eleito em 17 de agosto de 1967, na sucessão de Viriato Correia e recebido pelo Acadêmico Adonias Filho em 16 de outubro de 1967.Joraci Camargo (Joraci Schafflor Camargo), jornalista, cronista, professor e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 18 de outubro de 1898, e faleceu na mesma cidade em 11 de março de 1973.Filho de João Drummond Camargo e de Julieta Schafflor Camargo, fez o curso primário na Escola Ramiz Galvão e o ginásio no Colégio Americano-Brasileiro e no Ginásio Federal. Graduou-se em ciências comerciais pelo Instituto Comercial do Rio de Janeiro. Iniciou a vida pública em 1916, como funcionário das Obras contra as Secas, com exercício no interior de Pernambuco. Regressou ao Rio no ano seguinte, exercendo outros cargos burocráticos, até 1930, quando passou a dedicar-se exclusivamente ao jornalismo. Ingressara em 1919 na redação de O Imparcial, do qual se afastou em 1920 para colaborar com João do Rio na fundação de A Pátria. Como redator desse jornal, passou a interessar-se pelas letras teatrais.Escreveu a primeira peça de sucesso movido por dificuldades financeiras e atendendo a um pedido da Empresa Pinto & Neves, do Teatro Recreio Dramático. Em colaboração com Pacheco Filho, escreveu uma revista intitulada Me leva, meu bem, representada no Teatro Recreio, em 1925, pela Companhia Margarida Max, com grande êxito. A revista Calma no Brasil, surgida no ano seguinte, atingiu o mesmo sucesso. Em 1927 vieram as comédias De quem é a vez? e A menina dos olhos, com interpretação de Leopoldo Fróis, Dulcina de Morais, Plácido Ferreira e outros. Estava, assim, firmada a reputação de Joraci Camargo como autor teatral e como jornalista, tendo sido convidado por Mário Rodrigues para participar da redação de A Manhã.Em 1931, escreveu a primeira comédia para o ator Procópio Ferreira, com o título O bobo do rei, considerada pela crítica como o início do teatro social no Brasil, e tal foi a sua repercussão que recebeu o prêmio de teatro da Academia Brasileira de Letras em 1932. Nesse ano escreveu a peça Deus lhe pague, representada pela primeira vez no Teatro Boa Vista, em São Paulo, no dia 30 de dezembro, pela Companhia Procópio Ferreira. Em 15 de junho de 1933 era representada no Teatro Cassino Beira-Mar, no Rio de Janeiro. O sucesso foi instantâneo, e todas as companhias brasileiras passaram a ter Deus lhe pague em seus repertórios. Vertida para o castelhano, por José Siciliano e Roberto Talice, foi representada em Buenos Aires, simultaneamente, em quatro teatros. Em 1936, foi incluída no repertório das companhias de todos os países latino-americanos. Na Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, a peça foi adotada como livro auxiliar para os estudantes de língua portuguesa, tendo sido então representada, pelos alunos, não só naquela instituição como na Academia Militar de West Point. Em 1935 Procópio Ferreira alcançou grande sucesso com as representações da peça em Lisboa; em 1947 foi representada em Madrid e em todo o interior da Espanha, em tradução do marquês Juán Inácio Luca de Tena. Essa peça foi vertida para muitos idiomas, inclusive o polonês, hebraico, iídiche e japonês, e constituiu, ainda, o maior sucesso de livraria da literatura teatral brasileira. Em vida do autor, alcançou, no Brasil, trinta edições, cinco em Portugal, três na Argentina, duas no Chile e nos Estados Unidos e uma em diversos outros países.Em 1938 compôs uma série peças radiofônicas de tema histórico, irradiadas pela Hora do Brasil e editadas pelo Departamento de Difusão Cultural do Ministério da Justiça, em 1938.Em 1941, organizou uma companhia de comédias, com a qual percorreu as principais cidades do país. Sempre lutou pela educação do povo. A imprensa e o teatro eram para ele os meios eficientes de comunicação, mas não ficou limitado a esses dois setores, para a efetivação de seus ideais. Prestou serviços de colaboração na Campanha de Educação de Adultos e realizou inquéritos para o Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, do Ministério da Educação e Cultura, visitando, durante cinco anos consecutivos, todo o território nacional, proferindo conferências e palestras e realizando cursos intensivos de artes cênicas para amadores teatrais. Organizou o I Congresso Brasileiro de Teatro. Foi professor de Técnica Teatral no Curso de Especialização Teatral para Professores e de Estética no Conservatório Nacional de Teatro, do Ministério da Educação e Cultura, e professor de História do Teatro na Academia de Teatro da Fundação Brasileira de Teatro.Como delegado do Brasil, participou dos congressos internacionais de autores e compositores, realizados em diversos países, de 1935 a 1966. Em 1967, participou da Conferência Diplomática de Estocolmo para a revisão da Convenção de Berna para a Propriedade Intelectual.Foi presidente da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT), vice-presidente do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura (IBECC), vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Brasileira de Teatro, secretário-geral do Sindicato dos Compositores do Estado da Guanabara, presidente do Conselho Diretor do Serviço de Defesa do Direito Autoral; membro do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Imprensa, agraciado com a Ordem do Mérito Jornalístico e a do Mérito do Trabalho; membro efetivo da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, da qual recebeu a Medalha de Ouro de Melhor Autor, e do Instituto Brasileiro de Teatro.É vasta a produção deixada por Joraci Camargo. Além de revistas teatrais, comédias e dramas, escreveu livros de literatura infantil, peças históricas para o rádio, os argumentos dos filmes A voz do carnaval (1933), Vinte e quatro horas de sonho (1941) e colaborou no roteiro de Vendaval maravilhoso, sobre a vida de Castro Alves (1950). Escreveu ainda as letras das canções Favela, Guacira e do choro Quem é.
  • Claudia Maria Freitas Bakker Doctors (1964, Rio de Janeiro/RJ),  "A Via Láctea - Da série Foto textos Bairro Chinês" , Técnica mista - composição - Impressão s/ papel de algodão com intervenção em tinta acrílica na cor cinza (1996-2013),  Tiragem de 5 + PA - Intervenção única(através de gestual com tinta acrílica, sendo cada um em uma cor,  que os torna únicos). Med 101 x 75 cm (a obra); 102 x 79 x 9 cm (suporte de acrílico). Dados Biográficos: Artista visual e fotógrafa vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro no Brasil. Uma de suas principais influências foi o convívio com a artista Lygia Pape, grande incentivadora do seu trabalho. No início dos anos 90 frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e em 2001 terminou o mestrado em Comunicação e Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - ECO/ UFRJ. Sua pesquisa (apoiada pelo CNPq) "Land Art e Instalações como estratégias de proteção do espaço ante a virtualidade das imagens no século XX", foi resultado das sensíveis experiências realizadas na natureza ao longo dos anos 1990. Frequentou grupos de relevância para a história da arte no Brasil, como o Visorama. Foi ainda uma das pesquisadoras, que através da sua dissertação de mestrado, ajudou a construir o conceito do "Espaço de Instalações permanentes" do Museu do Açude (primeiro lugar do Brasil, a reunir em meio a Floresta da Tijuca, instalações permanentes) juntamente com seu marido, o crítico de arte e curador, Marcio Doctors. Referências:MARTINS ESEIBRAUM, Betty, Canvas Magazine & Air France, Rio Guide Março/Abril, 2016;  TACCA, Fernando de, Colecionadores privados de fotografia no Brasil São Paulo: Intermeios, 2015, (Claudia Bakker em Coleção Joaquim Paiva);  ALZUGARAY, Paula, Revista SelecT 21, No entanto, ela se move, Port/Eng,  Lançamento da edição bilíng
  • Claudia Maria Freitas Bakker Doctors (1964, Rio de Janeiro/RJ),  "A Via Láctea - Da série Foto textos Bairro Chinês" , Técnica mista - composição - Impressão s/ papel de algodão com intervenção em tinta acrílica na cor branca (1996-2013),  Tiragem de 5 + PA - Intervenção única(através de gestual com tinta acrílica, sendo cada um em uma cor,  que os torna únicos). Med 101 x 75 cm (a obra); 102 x 79 x 9 cm (suporte de acrílico). Dados Biográficos: Artista visual e fotógrafa vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro no Brasil. Uma de suas principais influências foi o convívio com a artista Lygia Pape, grande incentivadora do seu trabalho. No início dos anos 90 frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e em 2001 terminou o mestrado em Comunicação e Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - ECO/ UFRJ. Sua pesquisa (apoiada pelo CNPq) "Land Art e Instalações como estratégias de proteção do espaço ante a virtualidade das imagens no século XX", foi resultado das sensíveis experiências realizadas na natureza ao longo dos anos 1990. Frequentou grupos de relevância para a história da arte no Brasil, como o Visorama. Foi ainda uma das pesquisadoras, que através da sua dissertação de mestrado, ajudou a construir o conceito do "Espaço de Instalações permanentes" do Museu do Açude (primeiro lugar do Brasil, a reunir em meio a Floresta da Tijuca, instalações permanentes) juntamente com seu marido, o crítico de arte e curador, Marcio Doctors. Referências:MARTINS ESEIBRAUM, Betty, Canvas Magazine & Air France, Rio Guide Março/Abril, 2016;  TACCA, Fernando de, Colecionadores privados de fotografia no Brasil São Paulo: Intermeios, 2015, (Claudia Bakker em Coleção Joaquim Paiva);  ALZUGARAY, Paula, Revista SelecT 21, No entanto, ela se move, Port/Eng,  Lançamento da edição bilíngue em Miami Art Basel, 2014; FURLANETO, Audrey, Claudia Bakker parte de suas antigas instalações para conceber novos trabalhos que serão expostos em individual no Rio, no final deste mês, Segundo Caderno, Jornal O Globo, 2013; BUENO, Guilherme, Tempo, sega e desejo, Catálogo da exposição Limites do Objeto, Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza, CE, 2013; BUENO, Guilherme, Encontro de imagens, Um encontro entre poetas e pintores na Anita Schwartz Galeria, Rio de Janeiro, RJ, 2013; LAMBERT, Maria de Fátima, O tempo de todos nós (Exposições individuais no Museu Nacional Soares dos Reis e Espaço T / Quase galeria - curadoria e texto de Maria de Fátima Lambert, 2012, Porto, Portugal; REIS, Paulo, Vontade e Contemplação - Os Desenhos de Claudia Bakker, Galeria Graça Brandão, Porto, Portugal, 2008; DUARTE, Luisa, Do cotidiano ao sonho em quatro artistas, Galeria Mercedes Viegas, Rio de Janeiro, RJ, Fotoencontro, 2007; DOCTORS, Marcio, Estados de Metáfora  Projeto Respiração, Fundação Eva Klabin, Rio de Janeiro, RJ, 2007; DOCTORS, Marcio, A arte da presença in A forma na floresta, Rio de Janeiro, RJ, 1999; COCHIARALLE, Fernando, Projeto Macunaíma, Texto folder: Lapsos de Espaço/Entrecruzamentos do tempo, Projeto Gráfico: Aléxis Lobo, 1998, Rio de Janeiro, RJ; MONTEJO, Adolfo, Museu da República, O tempo como algo Orgânico,1998, Rio de Janeiro, RJ, texto de apresentação da exposição; OSÓRIO, Luiz Camillo, Maçãs de Claudia Bakker morrem para reafirmar a vida, jornal O Globo, setembro, 1998, Rio de Janeiro, RJ.
  • João Carlos Carneiro da Cunha(1942, Rio de Janeiro / RJ), "Atelier Artista", Óleo sobre tela. Assinado . Datado 1999 e localizado Vitória Med 70 x 100 cm (a obra); 70 x 100 cm (a moldura). Sujicidade sobre a camada pictórica. No estado.Nota biográfica sobre o artista: João Carneiro da Cunha nasceu no Rio de Janeiro, em 1942. Em 1952 transferiu residência para São Paulo, onde a base de sua vocação artística fortaleceu-se. Viagens pelo Brasil e pela Europa, observando e trabalhando (...) entre Rio e São Paulo, de cuja paisagem vem extraindo os motivos de sua produção" . Depois de morar por quase 25 anos em Vitória no Espírito Santo, atualmente fixou residência na Fazenda Guanabara no Município de São José do Barreiro em SP.
  • João Carlos Carneiro da Cunha(1942, Rio de Janeiro / RJ), "Marinha", Óleo sobre tela. Assinado . Datado 2000 e localizado Vitória Med 70 x 100 cm (a obra); 70 x 100 cm (a moldura). Sujicidade sobre a camada pictórica. No estado.Nota biográfica sobre o artista: João Carneiro da Cunha nasceu no Rio de Janeiro, em 1942. Em 1952 transferiu residência para São Paulo, onde a base de sua vocação artística fortaleceu-se. Viagens pelo Brasil e pela Europa, observando e trabalhando (...) entre Rio e São Paulo, de cuja paisagem vem extraindo os motivos de sua produção" . Depois de morar por quase 25 anos em Vitória no Espírito Santo, atualmente fixou residência na Fazenda Guanabara no Município de São José do Barreiro em SP.
  • Elegante mesa estilo Louis XVI, dita "tea table",  de madeira nobre finamente entalhada, revestida de ouro brunido com tampo oval de àgata.  França. Fins do séc XIX. Med 76 cm de altura x 78 cm de comprimento x 54 cm de largura. Desgastes na douração. Pequeno "fio de cabelo" no tampo. Marcas do Tempo. No estado. Coleção Particular Rio de Janeiro - RJ.  Nota: Este lote não poderá ser enviado pelos correios.
  • Arte Popular - Rara imagem popular representada por São Francisco, dentro do padrão das imagens de Nó de pinho. Med, 21 cm  alt. Marcas do tempo. Coleção particular Rio de Janeiro/RJ.

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