Peças para o próximo leilão

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  • Rara escrivaninha/ contador  de Viajem, com alçada, dita de  "Charão".  Gavetas e escaninhos para a guarda de materiais diversos.  Móvel europeu revestido de laca preta decorado com profusa decoração "chinoiserie dourada. Pés na forma de pata de bicho. Inglaterra. Séc XIX.  Anglo-Sino. Med  166 x 64 x 64 cm de altura.  Presença de craquelets e perdas na pintura. necessita de pequenos reparos. No estado. Coleção Particular Brasília - DF. Nota: Este lote não poderá ser despachado pelos correios.
  • Lindo console chinês em madeira nobre, laqueado na cor vermelha ,finos entalhes nas colunas de sustentação. Med. 2,00 x 44 x 90 cm alt. Marcas de uso. Pequenas faltas. No estado. Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.
  • Raro - Sem assinatura aparente. Antiga gravura representada por cena mitológica. Séc. XVIII. Marcas do tempo. Med. 50,0 cm X 41,0 cm e 70,5 cm X 64,5 cm ( Com moldura )
  • Colecionismo - Delicada caixa para maquilagem em prata ilaliana decorado com fino trabalho rendado e pintura na tampa feito a mão com assinatura ilegível, possui espelho no interior. medidas:  7,5 cm X 7,5 cm. Marcas de uso.
  • Waldemar da Costa Guimarães (Belém PA 1904 - Curitiba PR 1982), "Sem título", Óleo sobre tela, Med. 99 x 79 cm (a obra); 102 x 82 cm (a moldura). Marcas do tempo. pequenas faltas.NOTA: Esta obra não poderá ser enviada pelos correios. NOTA BIOGRÁFICA: BiografiaWaldemar da Costa Guimarães (Belém PA 1904 - Curitiba PR 1982). Pintor, professor. Completa sua formação em Portugal, onde reside com a família a partir de 1910.  Entre 1920 e 1924, frequenta o Liceu Camões. Estuda desenho com Martinho da Fonseca e aquarela com João Alves, em 1923, e ingressa na Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa, para estudar desenho com Ernesto Condeixa e pintura com Carlos Reis, entre 1924 e 1928. Não conclui o curso em que se inscreve na Escola Superior de Belas Artes.  Muda-se para Paris, em 1928, frequenta diferentes ateliês e academias livres, e convive com Eduardo Viana, Giorgio de Chirico (1888 - 1978), Saviano de Chirico Pascin, Foujita, Gastão Worms (1905 - 1967), Candido Portinari (1903 - 1962), entre outros.  Volta ao Brasil em 1931, e reside no Rio de Janeiro até 1933. Nos três anos seguintes, afastado do meio artístico, vive em um sítio em Correias, Rio de Janeiro, e depois muda-se para São Paulo, em  1936, e monta seu ateliê numa sala do Teatro Municipal, cedida pelo Departamento de Cultura. Nessa época, inicia a atividade didática, e tem Clovis Graciano (1907 - 1998) como um de seus primeiros alunos. Com Rossi Osir (1890 - 1959) e Vittorio Gobbis (1894 - 1968), funda a Família Artística Paulista - FAP, em 1937, e passa a dirigi-la dois anos depois. Torna-se professor no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo - Laosp, em 1938, e dá aulas para Hermelindo Fiaminghi (1920 - 2004) e Lothar Charoux (1912 - 1987).  Nos anos 1950, afasta-se mais uma vez do meio artístico, e muda-se para um sítio em Pedra Bonita, interior do Estado de São Paulo. É contratado pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP, em 1954, para dar aulas de pintura. Retorna a Portugal em 1956, leciona em diversas instituições, entre as quais o Círculo de Belas Artes da Associação Acadêmica de Coimbra, entre 1960 e 1966. Em 1960, é contratado pelo setor cultural da Embaixada do Brasil. Dois anos depois, segue para a Itália como bolsista da Fundação Calouste Gulbenkian. Volta ao Brasil em 1963, reside em São Paulo, em Macaé,  Rio de Janeiro, de 1976 a 1980, e em Curitiba, de 1980 a 1982.Comentário CríticoO nome de Waldemar da Costa está ligado aos grupos artísticos atuantes nas décadas de 1930 e 1940 na cidade de São Paulo. Sua estreita relação com a Família Artística Paulista - FAP e com os salões do Sindicato dos Artistas Plásticos e a premiação em dois salões da Sociedade Pró-Arte Moderna - Spam são alguns traços evidentes de sua proeminência no cenário artístico do período, em função de sua obra e atuação. Seu perfil pode ser assim aproximado ao de outros artistas que, como ele, se beneficiam das conquistas estéticas do modernismo, mas que se valem também das contribuições da arte tradicional. Mas, a esses legados, Costa combina outros e, nesse sentido, desenha um percurso singular no interior da arte brasileira. Sua formação passa pelo aprendizado do ofício nas instituições portuguesas - de feitio mais clássico e conservador - e pela experiência em Paris, onde tem contato com as mais diferentes expressões das vanguardas. Os críticos chamam a atenção para o modo como ele se apropria de tendências díspares: a pintura "mental" de Paul Cézanne (1839 - 1906), as composições com base em cores simples de Othon Friesz (1879 - 1949), as áreas de cores justapostas utilizadas por Pierre Delaunay (1885 - 1941) e a abstração lírica de Wassily Kandinsky (1866 - 1944).Menos do que uma indecisão entre perspectivas diversas, a obra de Costa permite aferir os rendimentos de uma formação híbrida, realizada em diversos centros. A figuração é sua opção preferencial até os anos 1950, quando ensaia retratos, naturezas-mortas e paisagens. Nota-se o equilíbrio harmonioso de formas e cores, associado ao tratamento lírico dos temas. No fim da década de 1950, o compromisso com as construções geométricas se evidencia, ganhando destaque na década posterior. De qualquer modo, a figuração jamais é abandonada, voltando a ocupar lugar importante na obra da maturidade.
  • Regina Veiga (1890, Rio de Janeiro/RJ - 1968, Rio de Janeiro /RJ), "Colônia de Pescadores da Praia de Copacabana", óleo sobre tela, Med. 60 x 90 cm (a obra); 95 x 125 cm (a moldura). Assinado. Representando pescadores no final de tarde fazendo manutenção das redes da antiga colônia de pesca da Praia de Copacabana - Posto 6 - Copacabana/RJ.  Presença de  "craquelets" da camada pictórica inerentes ao tempo.  Nota : Este lote não pode ser enviado pelos correios. NOTA BIOGRÁFICA:Regina Veiga (Rio de Janeiro, 1890 -- Rio de Janeiro, 1968) foi uma pintora, desenhista e professora brasileira.BiografiaIniciou seus estudos com o professor Rodolfo Amoedo. Em seguida viajou para a Europa onde viveu e estudou por vários anos entre Paris, onde foi aluna da Academia Julian, e Munique onde teve por mestre Heilmann.1Exposições e prêmiosRetornou à sua cidade natal em 1916 e logo organizou uma exposição na Galeria Jorge. Essa exposição, segundo o crítico Carlos Rubens, atraiu todo o Rio e espantou o burguês pudibundo com sua arte audaciosa de realismo e de tocante emotividade. Vendo os seus nús de impressionante beleza plástica e quadros como "Imigrantes", não se podia perder a convicção de estar-se vendo uma artista completa, cujas qualidades confirmaria noutros trabalhos... 2Na sua estreia no Salão Nacional de 1907, quando mereceu uma menção honrosa, já havia despertado a atenção de Gonzaga Duque que fez sobre ela e seus trabalhos elogiosa apreciação. Frequentadora assídua do Salão, obteve a medalha de bronze em 1913, a pequena medalha de prata em 1917 e a grande medalha de prata na edição de 1918.3Em 1940 participou do II Salão Feminino de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e do II Salão do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul, com premiações.Em julho de 1945, organizada pela diretoria do Museu Nacional de Belas Artes, realizou-se no Rio de Janeiro uma exposição de quadros tendo como tema a cidade de Paris. Convidados exclusivamente artistas brasileiros que haviam estudado na bela capital francesa, compareceu também Regina Veiga ao lado de conhecidos e competentes pintores todos com obras de alta qualidade.4O pintor Osvaldo Teixeira que era, em 1950, diretor do Museu Nacional de Belas Artes, com o apoio do Ministro da Educação, resolveu organizar uma grande mostra da pintura brasileira a partir do momento em que ela começava a se consolidar, tomando por marco dessa consolidação, o ano de 1850. Assim, com a colaboração dos conservadores do Museu, montou-se uma exposição que tomou o título de Um século da pintura brasileira. Foram elencadas as melhores obras do acervo da instituição, evidentemente de autoria, todas elas, dos nomes mais expressivos da arte de pintar. Ali estavam representados trabalhos de, entre outros, Vitor Meireles, Pedro Américo, Almeida Júnior, Amoêdo, Antônio Parreiras, Visconti até José Pancetti, Cândido Portinari, Expedito Camargo Freire e Malagoli que eram, para o ano da exposição, relativamente moços. Como reconhecidamente fazia parte dessa plêiade, não podia ficar fora a competente pintora Regina Veiga representando o sexo feminino ao lado de Georgina de Albuquerque e de Haidéa Santiago. De Regina foi apresentado um Auto-retrato a óleo, na medida de 60 x 50 cm, datado de 1941.5Regina Veiga tem obras no acervo do Museu Nacional de Belas Artes e na Pinacoteca do Estado de São Paulo.BibliografiaRUBENS, Carlos. Pequena história das artes plásticas no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1941.LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.BRAGA, Teodoro. Artistas pintores no Brasil. São Paulo: São Paulo Edit., 1942.DUQUE, Gonzaga. Contemporâneos. Rio de Janeiro: Tip. Benedito de Sousa, 1929.Referências Carlos Rubens, ob. cit., p. 239 Carlos Rubens, ob. cit. p. 239 Teixeira Leite, ob. cit. p. 519 Boletim de Belas Artes, nº 8, 1945, p. 62 catálogo da exposição Um século da pintura brasileira ed. do Museu, p. 55
  • Raro e antigo armário de uso litúrgico, de madeira nobre, Caixa de linhas retas com  duas portas e duas gavetas almofadadas. Uma das portas adornada por uma cruz. Internamente 9 espaços com tamanhos distintos. e, toda a extensão interna revestimento em tecido.  Móvel provido de rusticidade erudita, ao gosto do purismo do mobiliário brasileiro com origem nas oficinas Jesuítas.  Brasil. Séc. XVIII/XIX. med. 200 x 123 x 55 cm.Marcas de uso. No estado. Nota: Este item não poderá ser enviado pelos correios. Nota Importante: Os desenhos das almofadas internas das portas foram substituídos por tecido/veludo.
  • Excepcional e raríssimo oratório para nicho, em madeira nobre, ricamente entalhado tendo enquanto elementos decorativos figuras e rostos angelicais, elementos florais e conchas.Presença de duas pequenas gavetas na base. Séc. XVII/ XVIII. Med. 130 x 75 x 27 cm. Marcas do tempo. Pequenas faltas. Coleção Particular Rio de Janeiro/RJ.
  • Cia da índias. Rara molheira com presentoir de porcelana cia das índias.  Decoração Família Rosa. cerca 1900. med. 10  cm x 16,5  cm x  9,5  cm (molheira),  17 cm x 14  cm (presentoir). Marcas do tempo. No estado.
  • Antigo e raro armário de canto europeu, portas pintadas à mão com temática cena de interior. internamente possui três prateleiras. Necessita de reparo.No estado. Medidas: Alt. 92,0 cm;  Larg. 38,0 cm; Prof. 38,0 cm.
  • Baccarat - Belo centro de mesa oitavado em cristal francês, Baccarat, decorado com rica lapidação. Medidas: Alt. 11 cm; Diâmetro 20  cm. marcas de uso. No estado.
  • Humberto Silva de Cerqueira (1915 - Penedo - AL / ?),"Composição Abstrata". Òleo sobre tela. Assinado e datado 1980 no verso.Marcas do tempo. No Estado. 72 x 59 cm (obra); 75 x 62 cm(moldura). Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ.
  • João Câmara Filho (João Pessoa, Paraíba, 1944), "Retrato Silencioso". Litografia. tiragem 10/15. Assinada. data de 1975. 70 x 44 cm (a obra) ; 73 x 47 cm ( A moldura). Pontos de acidez sobre o papel. Marcas do tempo. Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ.
  • Benjamin Silva (Juazeiro, Ceará, 1927),"Cristo Crucificado". Óleo com técnica mista sobre papel .Assinado e datado LXI (1961). Marcas do tempo. No estado. 32,5 x 23,5 cm (obra); 46 x  36 cm(moldura). Coleção Particular  - Rio de Janeiro/RJ.
  • Vicente do Rego Monteiro (Recife PE 1899 - idem 1970),"Sem título". Técnica  mista sobre papel .Assinado. Presença de pontos de acidez sobre a superfície do papel. No Estado. 36 x 50 cm (obra); 51 x 66 cm (moldura). Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ.  Nota: Selo no verso da "Centenarte" - referente a participação da exposição comemorativa do centenário de Cataguases.
  • Frans Krajcberg (Kozienice, Polônia, 1921), "Sem título". Relevo em papel moldado com técnica mista. Sem tiragem aparente. Assinado. Datado de 1968. Med.12 x 53 cm (obra); 33 x 73 cm (moldura). Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ. Marcas do tempo. No Estado.
  • Zélia Ferreira Salgado (São Paulo SP 1904 - Rio de Janeiro RJ 2009),"Florescente número 1". Óleo sobre tela. Assinado e datado 1993. Marcas do tempo. No Estado. 92 x 73 cm (obra); 94 x 75 cm (moldura). Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ.
  • Inimá de Paula (Itanhomi MG 1918 - Belo Horizonte MG 1999),"Apesar do desmatamento". Óleo sobre tela. Marcas do tempo. A moldura sofreu ação de cupim. No Estado. 55 x 65 cm (obra); 76,5 x 87 cm (moldura). Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ.
  • Marly Bin(artista não identificada), Escultura de bronze na forma de torso. Assinada. Marcas do tempo. No estado. 20 x 6,5 x 3 cm. Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ.
  • Frank Schaeffer (Belo Horizonte, 1917 - Rio de Janeiro, 2008), "Marinha com paisagem". Óleo sobre eucatex. Marcas do tempo.No Estado. 16 x 22 cm (obra); 34 x 40 cm (moldura). Coleção Particular Maria Inez e Alfredo Souto de Almeida - Rio de Janeiro/RJ.

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